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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

TV Show: Sherlock

Já é do conhecimento desse mundo inteiro que eu sou apaixonada por séries. Descobrir séries novas é uma experiencia incrível e revigorante, ainda mais quando você descobre uma como essa.  
Se você quiser ler uma resenha cheia de amor, sugiro que continue lendo haha.
Sherlock Holmes ganhou meu coração há muito tempo, mais precisamente quando ganhei "Um estudo em vermelho", cerca de uns 5 anos atrás e me apaixonei pelo livro. Os filmes dirigidos por Guy Ritchie chegaram ao cinema mais ou menos na mesma época, então esse amorzinho por Sherlock já tem algum tempo. 
Quando me veio ao ouvido a existência da série eu fiquei super feliz, mas adiei por algum tempo. Quando tive oportunidade e a vi na Netflix, corri pra assistir e logo no primeiro episódio, tenho que compartilhar isso: foi A M O R.
A série possui 3 temporadas até agora, com 3 episódios de 1hora e 30minutos em cada uma. O maldito hiatus para a série é, no mínimo, de 2 anos, o que mata qualquer um. Então eu sugiro aproveitar com precaução, pois a espera é longa. 
Sherlock vive em Londres atual, e resolve os mistérios e os casos que Arthur Conan Doyle escreveu em seus contos, como  "Um estudo em vermelho" e "O cão dos Baskervilles", ou as vezes, casos que não foram escritos pelo tal, porém são sempre minifilmes de casos que Sherlock ajuda a resolver. Os casos possuem algumas modificações em relação ao tempo atual, mas nada gritante, pelo contrario, faz você se apaixonar ainda mais. 
Sherlock possui as mesmas características de sempre. Arrogância, inteligência, e a astucia para resolver seus casos apenas com um olhar e com suas deduções. Mas o que o faz ser inteligentíssimo em relação a estudos e deduções, o faz ser um dos mais ignorantes para questões sociais, dificultando qualquer relação íntima com as pessoas. Na série vemos esse papel sendo interpretado por ninguém menos que Benedict Cumberbatch com aquela voz maravilhosa que conquista a todos (<3).
E esse personagem me encanta em diversos aspectos, por ser alguém tão excêntrico em meio ao ambiente que vivemos, a dificuldade em manter e construir relações, é tudo tão raro, tão único, você quer abraça-lo e soca-lo ao mesmo tempo em muitas (ou quase todas) as ocasiões. 
A série tá simplesmente fantásticas. A direção, o elenco, o roteiro, sou suspeita pra falar, já que se tornou um forte concorrente para Friends (série preferida de toda a minha vida).
Se você gosta de mistério e casos policiais, eu receio que você vá amar a série tanto quanto eu. 
Meu próximo passo para Sherlock Holmes é conseguir ler todos os seus contos e livros, afinal, quanto mais Sherlock melhor!
Segue o Trailer pra deixar vocês tentados:


Então é isso, espero que vocês tenham gostado e até a próxima :)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Então eu li: "The 100" + TV Show

Livro
Comecei a assistir The 100 e desde então fiquei bem curiosa sobre a série. Quando descobri que havia o livro, achei que valeria a pena lê-lo, afinal a série estava me encantando e havia muita gente falando bem do livro, e o assunto só estava crescendo. 
O livro The 100 conta a história de sobreviventes de um apocalipse nuclear na terra que ocorrera há 97 anos. Dentre 400 pessoas, a espécie foi crescendo e se socializando na órbita. A Arca, aonde eles viviam, era dividida em três "classes": Phoenix, Walden e Arcadia. Sendo Phoenix a estação que possue mais privilégios. 
Após todos esses anos e todas as gerações crescendo, o estado da Arca já não é mais o mesmo. Os suprimentos e o próprio oxigênio estão chegando ao fim, e o Chanceler (que seria como o prefeito) precisa tomar alguma atitude para que a espécie humana não acabe. 
Diante dessa situação, a solução que encontra é mandar todos os detentos para a Terra, para poderem saber se é habitável.
Série
Os detentos possuem menos de 18 anos pois após completarem essa idade são julgados culpados ou inocentes pelos seus crimes, e sendo acusado como culpado sua sentença é a execução. 
São enviados então, 100 pessoas menores de 18 anos, que nunca viram mais do que estrelas pelas janelas de uma estação espacial para a Terra, para que possam descobrir se é habitável ou não. 
No livro temos quatro pontos de vista diferentes:
Wells, filho do Chanceler, que comete um crime apenas pra estar com a garota de sua vida, a que cometeu um erro quase imperdoável. 
Bellamy, que por suas atitudes impulsivas também consegue seu passaporte com ida para a Tera apenas para cuidar de sua irmã.
Clarke, que após perder seus pais, sempre teve o sonho de ir para a Terra. 
E Glass, nosso ponto de vista sobre a Arca. Ela é fundamental para o livro, pois é a partir dela que sabemos o que está acontecendo com a Arca e com todas as pessoas que ainda vivem lá. 
O livro é bem curtinho, os capítulos são bem rápidos e a história se desenvolve bem fácil. E o final nos deixa com vontade do segundo livro (que infelizmente não temos nem previsão de lançamento aqui no querido Brasil). Acrescento que a arte da capa eu achei maravilhosa!

A série é bem curta, conta com apenas 13 episódios e pelas novidades que ando vendo, a segunda temporada será da mesma forma (prevista para 22/10/2014). 
Conta praticamente o dia a dia dos detentos na terra, sobre a perspectiva de todos. Mais coisas acontecem, e há mais ação (o que devido aos acontecimentos acho extremamente necessário). Nos prende com as histórias bem imprevisíveis e nos conquista com o pequeno (quase nada, juro) romance. 

Jasper, Octavia, Bellamy, Clark, Wells, Finn e Monty
As diferenças notáveis entre a série e o livro são: Na série existem alguns personagens que não se encontram no livro. Como o Finn, um dos principais da série, que faz triângulo amoroso com a Clark (afinal, parece que todas as séries PRECISAM ter triângulo amoroso, já tá meio chato isso né?!), e que não existe no livro (o que é um alívio pra mim). Ou até mesmo o pai e a mãe da Clarke, que no livro os dois acabam sendo executados, já na série a mãe ainda vive, e é sobre a vida dela, e o que acontece ao seu redor que sabemos o desenrolar dos problemas na Arca. Assim como a Glass que existe no livro, mas não existe na série. 
Uma das melhores coisas do livro é a descrição das paisagens. Os detentos, como disse, nunca viram nada além das estrelas e constlações. Pra eles, estar na Terra é milhões de vezes melhor do que todas as definições que eles já leram na Arca, e muitas vezes os personagens param tudo o que estão fazendo apenas para olhar o por do sol. Uma das melhores cenas do livro é quando começa a chover, o jeito que eles ficam maravilhados com a chuva quase nos faz sentir culpados por termos isso e não aproveitarmos. É a melhor coisa do livro
Para a série


inteiro (pra mim), com certeza.

Pra concluir devo dizer que os dois pra mim são fantásticos, e acho que todos deveriam assistir, e ler (mas recomendo que leiam quando já lançarem os outros, pra poderem dar continuidade). 
Para o livro

Meus episódios preferidos: "Unity day", "We are Grounders (part. 1 e 2)

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima (:





sábado, 14 de dezembro de 2013

Cinematography: Em chamas.

Como vocês já estão cansados de saber, eu adoro Hunger Games, me apeguei demais a saga e com a estreia do filme chegando, eu mal me aguentava de ansiedade! Quando a espera finalmente acabou, meu coração quase saia pela boca. Me diz, como alguém pode ficar com o coração tranquilo com aquele filme?!
Falando um pouco dele (sem spoiler por enquanto, caso alguém não tenha lido e/ou assistido ao filme [e se você é um deles, corra para ler, não perca tempo]). O filme ficou Super fiel ao livro, e são pequenas as diferenças e faltas que damos conta.
Sem contar que, o filme inteiro nos deixa sem ar! Agoniados, ansiosos e nervosos com toda a adrenalina. As cenas são bem rápidas (talvez para caber todas as partes descritas no livro) e por conta disso, não vemos as duas horas passando.
Os atores estão ainda mais maduros (como nos livros também, haha) e conseguimos perceber o motivo deles estarem ali e terem aqueles determinados papeis. Alguns me deixaram mais surpresos, tipo a Jena Malone, afinal, quem não se surpreendeu com ela?!! E outros me decepcionaram um pouco, tipo o Sam Claflin, so sorry (MAS SÓ UM POUCO, TÁ?) e não é nada que não melhore no terceiro filme.


*Spoiler agora*

AS 5 MELHORES CENAS, EM MINHA OPINIÃO:



A primeira cena, a que sempre irá me emocionar. Quando, na turnê dos vitoriosos, Katniss e Peeta precisam discursar sobre Trash e Rue, e de ultima hora, Katniss começa a falar sobre Rue. Me arrepia dos pés a cabeça. Com certeza uma das melhores cenas do filme.
A segunda das melhores cenas foi aquela em que a Katniss está no centro de treinamento e entra naquele campo para treinar arco e flecha. No momento tudo fica escuro e a única coisa que ela pode ver são as projeções de pessoas que estão atacando-a, e após ela “concluir o desafio” as luzes se acendem e todos os outros tributos estão observando-a e começam a aplaudir. A concentração da JLaw é cativante, e isso fez da cena ser uma das melhores pra mim.



A segunda das melhores cenas foi aquela em que a Katniss está no centro de treinamento e entra naquele campo para treinar arco e flecha. No momento tudo fica escuro e a única coisa que ela pode ver são as projeções de pessoas que estão atacando-a, e após ela “concluir o desafio” as luzes se acendem e todos os outros tributos estão observando-a e começam a aplaudir. A concentração da JLaw é cativante, e isso fez da cena ser uma das melhores pra mim.


*Não encontrei nenhuma imagem com qualidade, então finjam que tem uma imagem linda aqui*

 A terceira cena é quando Katniss e Peeta precisam apresentar seus “talentos” individualmente para os Idealizadores dos jogos, ganhando pontos etc etc. Na hora em que Katniss entra, após Peeta e nota, com lágrima nos olhos, o que ele fez. Uma pintura, de Rue, assim como ela havia sido deixada na arena quando morreu. Indignada com a capital, e instigada a fazer coisa pior que o Peeta, ela apenas enforca Seneca Crane.
A quarta cena, sem sobra de dúvidas não apenas pra mim, mas também foi a favorita de muitas pessoas, foi aquela do elevador. Aonde estão Katniss, Peeta e Haymitch e a Johanna Mason entra também e começa a se despir. É uma das cenas mais engraçadas do filme, as caras e bocas dos personagens, são simplesmente indescritível! 



A quarta cena, sem sobra de dúvidas não apenas pra mim, mas também foi a favorita de muitas pessoas, foi aquela do elevador. Aonde estão Katniss, Peeta e Haymitch e a Johanna Mason entra também e começa a se despir. É uma das cenas mais engraçadas do filme, as caras e bocas dos personagens, são simplesmente indescritível!
E por fim, a ultima, é quando a Katniss e o Peeta estão conversando sozinhos na praia e rola todo aquele romantismo, é lindo!



E por fim, a ultima, é quando a Katniss e o Peeta estão conversando sozinhos na praia e rola todo aquele romantismo, é lindo!

 Enfim, espero que vocês tenham gostado, comentem quais foram as melhores partes pra vocês. Até a próxima (:

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Cinematography: Invocação do Mal.


Parece que Invocação do Mal é um dos filmes mais comentados ultimamente. Não era pra menos pois o filme rendeu grandes emoções nas telas de cinema.
O filme conta a história de um casal que, junto com suas cinco filhas, muda-se para uma casa e coisas estranhas começam a acontecer. Com as crianças começando a ficarem assustadas, a mãe decide procurar um casal de investigadores paranormais que, após algum tempo parado, resolve ir examinar a casa para ver se encontram algo sobrenatural. Assim feito, há várias descobertas e as visões da mulher (do casal de investigadores) começam a se tornar constante na casa. E é aqui que o passado começa a revelar uma entidade demoníaca querendo continuar sua trajetória de maldades.
Confesso a vocês que depois da minha experiência com filme de terror em cinemas, minhas expectativas estavam lá em baixo para esse, o que em geral foi bom. O filme conta com um elenco bem formado e nos traz sustos a todo momento. Minha experiência em especial foi bem engraçada. Haviam pessoas na sala do cinema que estavam ali propositalmente para nos assustar. Como na noite do terror (ou coisa do tipo, que acontece no Hopi Hari). Foi mais engraçado que assustador, mas valeu a pena estar ali no dia.
 Enfim, apesar de ter ficado um pouco confusa com a junção de duas histórias, espero ter uma continuação que me explique e me tire as dúvidas. É um filme que vale a pena, e recomendo pra vocês!

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima (:

sábado, 20 de julho de 2013

Cinematography: Glee.

Olá gente, como vocês estão?
Hoje eu vou falar de uma série pra vocês, e uma série bem conhecida por sinal. 
Glee foi criada por Ryan Murphy, Ian Brennan e Brad Falchuck lá em 2009 e até hoje vem influenciando milhares de jovens de vários cantos do mundo.

Essa série conta a história de um professor da escola William McKinley que deseja realizar um dos seus sonhos em reerguer um clube de coral. Pois foi isso que fez sua vida mudar no Ensino Médio, e é esse o seu objetivo, mudar a vida de outros jovens.
Então o clube começa a ser criado, e no início os únicos integrantes são os excluídos e “não populares” da escola, mas após algum tempo isso muda, e até mesmo algumas garotas do Cheerios entram para participar dessa diferente experiência. O legal da série é que as pessoas não estão ali apenas para cumprir o objetivo do clube, que seria ganhar as Regionais, mas eles estão ali, pois todos têm dificuldades. E logo todos se tornam uma família um para o outro.
A série é inspiradora, pois há vários tipos de problemas que podemos enfrentar em vida real. Há um cadeirante com todos os seus problemas, um homossexual e todo o preconceito que gira em torno dele, há uma garota irritante que não suporta ou admite outra pessoa ser melhor que ela, o que torna um problema ainda mais pessoal, há a garota adolescente que engravida e muitos outros problemas que podem nos tocar de alguma forma. E admito que em vários momentos em que estava passando por dificuldades, ouvi-los cantar músicas mais inspiradoras que outras (cover, na maioria das vezes) me fez erguer a cabeça e enfrentar o problema com mais coragem.
A segunda temporada, e a melhor, em minha opinião, é recheada de novos obstáculos e conturbações. Os garotos do “Glee Club” (que passam a ser chamados de “New Direction” após algum tempo) voltam ainda mais “Losers” do que antes, após sua conquista de terceiro lugar nas Regionais, mas ainda sim, determinados a darem o melhor de cada um. Entre os personagens há os relacionamentos “vai e vêm”, os rompimentos, os novos relacionamentos e personagens. E também há a participação de ninguém mais e ninguém menos que Britney Spears. Os vocais ficam ainda mais fortes e é agora que a personalidade de cada um começa a fluir e aparecer mais distinta ainda.
Na terceira temporada a história gira mais em torno dos personagens, visto que o ano está acabando e logo à maioria do clube estará se formando e entrando para grandes universidades para realizarem seus sonhos. Mas também há os obstáculos de conseguirem passar de ano, convencerem os pais de que por mais que a profissão que queiram seguir seja difícil, é o sonho de cada um deles. E essa é uma etapa que todos precisamos passar, pois é uma etapa de decisão, de partidas. É uma temporada triste, muito emocional, mas também uma das melhores pra mim.
Já a quarta temporada, foi um porre conseguir terminar de assistir. Sinceramente.
Como a maioria dos integrantes do Glee Club em faculdades, eles ficam distantes da série e acabam aparecendo poucas vezes. O elenco é quase totalmente novo, e tenho que admitir que não simpatizei com nenhum dos novos personagens. Então não tenho muito a falar sobre essa temporada. Os personagens antigos estão se habituando a faculdade, alguns ainda decidindo o que fazer, alguns sendo aceitos a outras faculdades, realizando sonhos e entendendo como a vida fica difícil depois da escola, que é onde temos nossa proteção. Pois fora de lá, é cada um por si, e na maioria das vezes não sabemos aonde ir, para que direção partir. Enfim, é tudo uma correria sem fim.
E por fim, devo dizer que essa é uma série que indico 90%. Há alguns problemas no elenco, mas acho que deve ser pessoal, pois muitas opiniões foram opostas as minhas. Mas no contexto, é uma série de superação, obstáculos, dificuldades e música.
Então é essa minha opinião, eu amo a série, não chego a ser uma Gleek, mas amo muito.  
Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima (:
Ouça: Don't stop believin', Fix you, I won't give up, It's my life, Jump, Keep holding on, Me against the music, Roots before branches, Rumor has it/Someone like you, Shake it out, Sing, Smooth criminal, We are young, get it right e loser like me (duas das poucas músicas escritas especialmente para a série).

E sem sombra de duvida, gostaria de dizer, que perdemos um anjo do elenco, e isso ninguém, nunca, conseguirá substituir. Obrigada por tudo o que fizestes por nós, por todas as incentivações que tivemos, por todas as vezes que nos encorajava. E cada vez que te ver atrás da bateria ou a cada música que cantas em cada episodio, irá doer. Pois pensar que te perdemos, é duro e difícil de acreditar. Você SEMPRE estará em nossos corações Cory Monteith.






“Sabe quando você quer chorar? Quer gritar, berrar, deitar na cama, ouvir músicas tristes e não sair de lá… Mas continua parado no mesmo lugar fingindo que tudo está bem?” 

sábado, 6 de julho de 2013

Cinematography: Guerra Mundial Z

 Olá gente, como vocês estão?
Hoje eu venho falar de um filme com gênero diferente para vocês.
Mas me digam uma coisa, vocês amam tanto Zombies, como eu? Acho que esse é uma das espécies mais incríveis já inventadas, sério.
O filme que fui assistir foi “Guerra Mundial Z”. Tudo começa com uma doença misteriosa sendo espalhada pelo mundo, transformando as pessoas em uma coisa “não identificada”, até agora. É ai que a ONU recruta um antigo investigador de lá, chamado Gerry Lane (o lindo Brad Pitt gente) que havia saído de seu emprego para dedicar-se mais a família. Filhas e a mulher. Sendo assim ele aceita o desafio para seguir buscando mais informações e cura, mesmo tendo que percorrer o caminho inverso da contaminação, para salvar não só sua família mais a maior parte da América (entre outros) que estava devastada, e bom, isso pode dificultar um pouco sua busca. Sendo uma verdadeira corrida contra o tempo.
Em sua busca ele descobre coisas precisas e importantes, entre elas, o que está amedrontando sua espécie, são Zombies.
Bom, não conto nada mais sobre o filme, pois qualquer coisa seria Spoiler. Mas é uma Ótima indicação para você que gosta de ação, ficção cientifica e Zombies <3
Obs. O filme é baseado no livro homônimo de Max Brooks.
E deixo aqui pra vocês uma música que gostei logo de cara enquanto assistia ao filme. Além de deixar um ar de suspense, o clipe é bem bacana. 

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima (:

terça-feira, 11 de junho de 2013

Então eu li "Maldosas" + Cinematography.

Olá gente, como vocês estão?
Já começo logo propondo que você comece a imaginar. Imagine que você e seu grupo de amigas, populares, famosas e queridas, estão felizes e unidas pelos piores segredos que se possa imaginar. Até que uma delas (a abelha rainha) some.
Pretty Little Liars conta a história de cinco meninas da sétima série, que tem tudo para serem felizes e “famosas”. Moram no pequeno bairro de Rosewood, lá na Pensilvânia e são inseparáveis, cometem todas as travessuras que se é capaz de fazer, vivem de compras no shopping, esportes e competições. Até que Alisson, uma das amigas, desaparece. E após dois anos a garota é encontrada do quintal de sua antiga casa, morta.
Não bastando toda a tortura que tiveram que aguentar, sobre a morte e o desaparecimento, as quatro outras garotas (Aria, Hanna, Spencer e Emily) recebem sms e e-mails de alguém que sabe dos piores segredos delas, coisa que somente Alisson saberia. Seria ela capaz de estar enviando as mensagens, apenas por diversão, ou por algum motivo de vingança? Mas como seria possível, ela esta morte! E para o pior pesadelo das garotas, o remetente respondia como “A”. Agora fica no ar, Anônimo, ou Alisson?
A narrativa do livro é Bem fraca, apenas contando a história, sem nenhuma emoção, nem crítica, nada disso, ela apenas passa por cima os acontecimentos, e achei esse ponto muito triste, já que a história tem tudo para ser maravilhosa.
A série também já esta cinematograficamente sendo feita. Já estão indo para a quarta temporada, e tenho que admitir que ficou Bem melhor na TV do que na parte literária. Achei o livro tão chatinho que acabei parando de ler por vários dias, e enrolava por horas, mesmo sendo um livro pequeno.
O elenco da série é outra coisa que devemos acrescentar como destaque, pois é maravilhoso. (Lucy Hale, Ashley Banson, Troian Bellisario e Shay Mitchell) e que as partes principais pra mim são as que aparecem a Aria e o Ezra, aquele amor incompreendido e proibido me encanta, e me identifico muito com a Aria, por ela ser a estranha do grupo, e ainda estar tentando se encaixar nas coisas e encontrar sua verdadeira identidade.
Enfim, entre a série e o livro eu Super indico a série, mesmo os efeitos não serem hollywoodianos, vale a pena assistir.

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima. (:

“Três pessoas podem guardar um segredo, de duas delas estiverem mortas."





Para o livro.




Para a série.






sábado, 8 de junho de 2013

Cinematography: "Ensaio sobre a cegueira"

Olá gente, como vocês estão?
Quantas vezes você se pegou perguntando ou dizendo que na situação em que você está não haverá saída. Quantas vezes você se focou tanto em um determinado assunto, trabalho, que se esqueceu de todo o resto que está em sua volta?
Ensaio sobre a cegueira é uma adaptação cinematográfica do livro de José Saramago intitulado como “Ensaio sobre a cegueira” mesmo. Escrito em 1995 e passado para as telonas em 2008. Tudo começa numa cena típica de cidade grande, com muito transito, há então, no meio de todos os carros uma pessoa em especial que acaba ficando cega de uma hora para outra. Chamada depois de “cegueira branca”, ela se espalha como uma epidemia para todas as pessoas que entram em contato com alguém que possui o vírus.
Após o Estado perceber que a cegueira está se espalhando, acabam tomando a decisão de prende-los dentro de um centro de reabilitação abandonado. Com poucos recursos e sem ninguém que possa ajuda-los (pois são abandonados ali) eles lutam com todos os meios que tem para conseguirem sobreviver. Viram dependentes e indefesos, e sabemos que são duas coisas que ninguém gosta de ser.
O tempo todo, numa sociedade que aos poucos entra em colapso, a história acompanha um grupo que não apenas tenta sobreviver, mas tenta manter um mínimo de dignidade. No entanto, quando o mundo ao redor enlouquece e a maldade vem à tona, onde guardar o amor próprio em segurança?
O filme nos mostra, além de dificuldades que a cegueira impõe a eles, mas também nos mostra que a cegueira na verdade só é atingida a quem se cega por determinado motivo (nesse caso a cegueira branca, dita no filme). Por exemplo, quando uma pessoa se torna dependente do seu trabalho, não tendo mais outros meios de prazer, ela se cega àquilo. Esse mesmo exemplo é tratado no filme, no caso do “Médico”. E há também sua mulher (tratada no filme como “A mulher do médico”) que se torna ajudante de todo, por ser a única que não está com o vírus, estando ali somente por ter escolhido ir junto ao seu marido.
“A mulher do médico” ganha papel importante na trama, afinal, porque, em meio de todas as pessoas contaminadas, ela não fica cega? É uma questão a ser perguntada.
Acontece que ela é a única que vê a verdade, que vê que as pessoas estão se entregando a um objetivo não tão importante quanto à felicidade.
O filme nos mostra que assim que nos abrimos para outros mundos, que ao mesmo tempo em que regras são para bem expõe suas falhas também, mostra os defeitos e as qualidades de uma sociedade.
É um filme bem terrível, mas em vista de nossa sociedade só nos mostra verdades e coisas que na maioria das vezes, não queremos enxergar. Afinal, quantas vezes desligamos a tv em meio a alguma notícia, alguma tragédia, melhor dizendo. Ou mesmo vemos algumas notícias que não nos abalam tanto. Acostumamo-nos com tragédias, agora só falta concertá-las.

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima. (:

 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Cinematography: "A culpa é das estrelas" + "A menina que roubava livros".

Olá gente, como vocês estão? 
Estava navegando por aqui, pesquisando sobre o filme de "A culpa é das estrelas" e descobri algumas coisas (poucas, mas válidas).
Então, o filme ainda não tem estréia prevista, a única informação sobre o lançamento foi do ano, e é só para ano que vem. Mas uma coisa importante que foi divulgada foi o elenco (ao menos os principais).
Shailene Woodley está se tornando uma das queridinhas do momento. Além de estar se tornando Hazel Grace de A culpa é das estrelas, ela também está no elenco de "Divergente" que está adquirindo sua fama por aqui. 
“Estou absolutamente encantado que Shailene irá interpretar Hazel em A Culpa é das Estrelas”, disse John Green. “Isso significa muito para mim que ela é fã do livro, e eu sei das nossas conversas que ela teve um entendimento profundo de Hazel. Assistindo sua audição, eu senti como se Hazel Grace Lancaster estivesse falando comigo. Era estranho – e muito emocionante.”. Particularmente eu adoro essa atriz, adorava a atuação dela em "A vida secreta de uma adolescente americana" (sem contar que ela tem um cabelo incrível, haha) e acho que ela atuará maravilhosamente no papel da Hazel. 

Já o Gus será interpretado por Ansel Elgort, devo admitir que não me lembro de tê-lo visto em nenhum filme, seriado ou qualquer outra coisa. Mas dizem minhas fontes que ele também está no elenco de "Divergente" (parece que quiseram roubar o elenco deles, ou é só impressão minha?)
"Ansel Elgort é inteligente e super carismático, tudo o que sonhei para Augustus Waters" Eu sou, por natureza, um pessimista cauteloso. Mas vou dizer apenas que, agora que temos Shailene e Ansel, estou completamente empolgado com esse filme!" - comentou John Green. 
Mesmo sem conhecê-lo ele me parece bem a cara de Gus, e assim como John estou completamente empolgada agora com a gravação, cada spoiler e notícia serão mais que bem vindas. Espero que ele se encaixe direito com o resto do elenco, espero que esse filme seja incrível. 

Emily Watson, Sophie Nelisse e Geoffrey Rush. 
E parece que não só o elenco de A culpa é das estrelas já foi definido, mas o de "A menina que roubava livros" também. Emily Watson, Sophie Nelisse e Geoffrey Rush (respectivamente na foto), Sophie Nelisse será Liesel Meminger e Emily Watson e Geoffrey Rush serão os pais adotivos. 
É gente, é aqui que a máquina cinematográfica ganha força, e o que nos resta é esperar que todos os filmes fiquem tão bons quantos os livros. 

Confiram minhas resenhas de "A culpa é das estrelas" E "A menina que roubava livros" !

Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima. (:

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cinematography: Somos tão jovens...


Olá gente, como vocês estão?
Hoje eu vim aqui para falar de música. Então, alguém ai curte Legião Urbana?
Em minha opinião foi uma das melhores bandas nacionais já inventadas, e admito, é uma das minhas bandas preferidas. Músicas com as melhores melodias, letras mais perfeitas impossíveis, sem contar que muitas delas foram escritas com influencia da ditadura militar, o que torna-as mais realistas ainda.
Mas venho contar para vocês, não apenas sobre a banda, que em si já consegue ser maravilhosa, mas também sobre o novo filme dedicado a tal.
Envolvimento em drogas, bebidas e muito punk/rock and roll, “Somos tão jovens” conta a história de Renato Russo, desde sua profissão de professor de inglês, suas mudanças de estilo, até a morte do grande cantor e compositor.
Tenho que acrescentar que o começo do filme é bem parado, mas logo depois, com o começo das apresentações de músicas, você começa a cantar junto e não para mais. O elenco é bem colocado, os cenários bem legais, e o mais interessante do filme é quando há colocação de trechos de músicas em algumas falas, é até bem engraçado. Sem contar que o filme acaba com um gostinho de lágrimas nos olhos.
Super indicado para quem curte a banda, e para quem quer conhecer um pouco mais.
Ouça: Eduardo e Mônica, Será, Daniel na cova dos leões, Pais e filhos e Ainda é cedo.
Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima. (: